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Programa psicológico de emagrecimento e combate à obesidade

Segundo dados de pesquisas recentes divulgados pelo Ministério da Saúde, o índice de brasileiros acima do peso segue em crescimento no país, representando 52,5% (mais da metade da população brasileira); destes, 17,9% são obesos (IMC – Índice de Massa Corporal acima de 30).

Porém, estes dados não coincidem com o levantamento estatístico do IBGE, cujos números apontam para um índice ainda maior, batendo a casa dos 60% de brasileiros com sobrepeso ou obesidade (IMC igual ou maior do que 25). Isso contabiliza um número estarrecedor de 82 milhões de pessoas!

Independente de qual das duas estatísticas considerarmos, a condição da obesidade no Brasil é alarmante, tratando-se de um grave problema de saúde pública! Ela gera um impacto devastador na saúde do indivíduo em si, assim como na sociedade como um todo.

  • Impactos da obesidade no indivíduo: hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, doença coronariana, AVC, distúrbios do sono, osteoartrite, acúmulo de gordura no fígado, vários tipos de câncer, maior risco de morte prematura, sofrimento emocional, depressão, estresse, ansiedade, desajuste social, perda da qualidade de vida em geral.
  • Impactos da obesidade na sociedade: O tratamento das doenças relacionadas ao sobrepeso e à obesidade relacionadas acima geram um aumento substancial de gastos para os diversos sistemas de saúde públicos e/ou privados. A obesidade custa diretamente ao Brasil 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivaleria, aproximadamente, ao montante de R$ 110 bilhões. Podemos distinguir, basicamente, três tipos de custos: custos diretos (médicos/hospitalares e não médicos), custos indiretos (perda de produtividade e diminuição dos dias trabalhados) e custos intangíveis (diminuição da qualidade de vida).

Investigando mais de perto as possíveis causas da obesidade, temos o seguinte cenário: 15% são causas metabólicas (genética e hormonal) e 85% causas comportamentais/emocionais (alimentação inadequada, sedentarismo, estresse e compulsão alimentar).

Portanto, os principais fatores ligados ao ganho de peso e dificuldade em emagrecer estão associados a fatores comportamentais/emocionais. Embora, equivocadamente, muita gente atribua sua dificuldade em perder peso, exclusivamente, à causas genéticas e hormonais.

A proposta da presente ação é focar exatamente nestas causas comportamentais/emocionais, incentivando, motivando e orientando o indivíduo não tão somente perder peso, mas também, ajudá-lo no caminho rumo à mudança e manutenção de hábitos mais saudáveis.

Obviamente, não é nada fácil uma mudança de hábito. Por que tanta gente tenta emagrecer e/ou cultivar hábitos mais saudáveis, porém não consegue êxito por muito tempo? Quantos tipos de regime você já viu serem divulgados e praticados nas últimas décadas? Quanta gente por aí paga um ano inteiro de academia e, na prática, frequenta apenas algumas semanas? Qual a pessoa com problema de peso que já não vivenciou o famoso “efeito sanfona”, perde peso e depois volta a engordar ainda mais? Sem falar no uso das medicações para emagrecer que se usadas de forma indevida ou por um tempo prolongado, podem alterar todo equilíbrio do organismo e até mesmo prejudicar gravemente a saúde.

Há vários e complexos fatores de vital importância envolvidos em um processo de perda saudável de peso como dieta nutricional adequada, prática de atividade física, uso de medicação apropriada (quando necessária) – sempre com a devida orientação dos respectivos profissionais e especialistas de cada área envolvida neste processo.

Porém, “somente” isso não trará o resultado tão sonhado e esperado de emagrecer e ser uma pessoa mais saudável! É preciso ir um pouco além e somar a esse repertório ferramentas que também trabalhem os aspectos psicológicos e comportamentais. Pois, se por um lado a pessoa quer muito emagrecer, por outro, ela também gosta e deseja ardentemente comer. É um eterno conflito emocional entre impulso e razão que torna a tarefa de perder (e manter-se dentro do) peso quase que inatingível. É por isso que apenas tentar controlar externamente a vontade de comer geralmente não resolve. É necessário mexer na estrutura psíquica responsável por estes impulsos que é realmente a causa da necessidade excessiva de comer. Pois, caso contrário, uma hora o desejo de comer vai prevalecer sobre a vontade de emagrecer e todo esforço empreendido terá sido em vão.

Isso acaba desanimando, frustrando e desmotivando o indivíduo na sua jornada em busca de uma vida mais magra e saudável!

Com a finalidade de gerar uma mudança de hábito mais consistente, iremos atacar diretamente a causa da obesidade: a compulsão!

Nosso propósito é ensinar a pessoa a emagrecer “de dentro para fora”! Isto é, identificar e trabalhar as causas psíquicas estruturais que levam a pessoa a comer de forma impulsiva e compulsiva. Pois se estes padrões mentais não forem alterados (causa), de nada adianta tentar modificar o comportamento de comer (sintoma), através de medicações, dietas ou atividade física. Na maioria das vezes, a pessoa come para suprir uma carência afetiva, para preencher um vazio emocional. A comida funciona como um “remédio” para aplacar a angústia e aliviar a tensão.

Nossa tarefa será ajudar os participantes do grupo a pensar como uma pessoa magra pensa e consequentemente, mudar do padrão de obesidade para o padrão de magreza. Nesse sentido é preciso que cada um, particularmente, aprenda a dar um novo significado às suas crenças, identificar e reprogramar os sabotadores inconscientes que a levam a comer.

Quando você quebra antigos padrões e modelos mentais relacionados ao comportamento de comer, muda, automaticamente, os sentimentos associados a ele. É como se você eliminasse da sua mente os sentimentos que geram angústia e que precisam da comida para aliviar esse desconforto. Portanto, no novo modelo mental (de magreza) a comida passa a ter, também, um novo significado. Neste estágio o caminho do processo de emagrecimento e de sedimentação de novos hábitos pode ser trilhado de forma mais natural e até mesmo prazerosa.

Além do mais, o trabalho em grupo tem o benefício extra da solidariedade e apoio coletivo, onde pessoas unidas em torno de um propósito em comum podem se identificar e se ajudar mutuamente.

Obviamente, o foco deste trabalho não serão os outros importantes fatores envolvidos em um processo de emagrecimento – dieta nutricional adequada, prática de atividade física e uso de medicação apropriada – cada qual deve ser acompanhado diretamente pelo respectivo profissional competente para tal finalidade. Nesse aspecto, o papel do grupo é entender e ressignificar o modelo mental que faz com que a pessoa se auto boicote, não conseguindo levar a diante a orientação do médico, nutricionista, educador físico e outros profissionais que tentam ajudá-la com a tarefa de perder peso.

O objetivo deste trabalho em grupo é obter um resultado mais efetivo e duradouro no combate à obesidade. E com isso permitir que as pessoas se tornem mais magras, felizes e saudáveis, com o benefício simultâneo em termos coletivos de uma sociedade igualmente mais saudável e com menos gastos com saúde.

Além disso, as empresas se beneficiam na prática com os resultados desse trabalho efetivo de combate à obesidade: redução do custo operacional com plano de saúde (carteira de clientes mais saudável; menos procedimentos clínicos e cirúrgicos); diminuição do absenteísmo e do presenteísmo; colaboradores mais saudáveis, produtivos e motivados.,

“O pensamento é o ensaio da ação” – Sigmund Freud

Proposta de Ação: Trabalho em Grupo

Local: Online

Formato: Grupos com no mínimo 8 até no máximo 12 pessoas.

Frequência: 10 sessões de duas horas, uma vez por semana.

Duração: 1 sessão por semana por 8 semanas, seguidas por uma sessão mensal por 2 meses (10 sessões no total).

Investimento: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) por sessão por pessoa (média de R$ 75,00/hora). Total de 10 sessões = R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) por pessoa.

O pagamento deverá ser realizado à vista no total de R$ 1.500,00 por pessoa.

Os grupos só serão iniciados se houver um mínimo de 8 (oito) participantes.

Observação: Há possibilidade de encaminhamento para suporte terapêutico individual, de acordo com a necessidade.